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Diferença entre diabetes tipo 1 e tipo 2

Postado dia 06/12/2018

Na última década o número de casos de diabetes aumentou em 60%. Sempre ligado ao açúcar, tem como um dos vilões a obesidade. Sede, muita vontade de urinar, fraqueza e visão embaçada são sinais comuns em casos de diabetes.

Diabetes é uma doença crônica que provoca altas taxas de açúcar no sangue.

São dois os tipos de diabetes: tipo 1 e tipo 2. E existem algumas diferenças entre eles:

Diabetes tipo 1:comumente diagnosticado durante a infância; não existe função pancreática (onde é produzida a insulina), e dessa maneira a glicose fica no sangue ao invés de ser usada como energia.

Diabetes tipo 2: aparece, geralmente, na fase adulta. Acontece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou não produz insulina o suficiente para controlar a glicemia.

Diagnóstico e sintomas

O diagnóstico do diabetes é feito por intermédio de exame de sangue e alguns exames complementares como teste oral de tolerância à glicose ou TOTG, que mede a curva glicêmica.

Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas do diabetes podem variar de acordo com o tipo, e é sempre bom ficar atento caso eles surjam:

Diabetes Tipo 1:

·Vontade frequente de urinar.

·Fome excessiva.

·Sede excessiva.

·Emagrecimento além do normal.

·Fraqueza.

·Fadiga.

·Nervosismo.

·Mudanças de humor.

·Náusea e vômito.

Diabetes Tipo 2:

·Fome excessiva.

·Sede excessiva.

·Frequentes infecções na bexiga, rins e pele.

·Feridas que demoram a cicatrizar.

·Alteração visual.

Vivendo com diabetes

Para quem é diabético, é possível levar uma vida praticamente normal, apenas com algumas adaptações.

O tratamento do diabetes tipo 1 inclui injeções diárias de insulina. Já o do diabetes tipo 2 varia conforme a intensidade que se apresenta em cada pessoa.

Em ambos os casos é preciso controlar a alimentação que deve ser rica em verduras e legumes, e reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras.

Na rotina também deve ser incluída a prática regular de exercícios físicos. Tudo isso deve ser feito com acompanhamento e orientação médica. Apenas ele poderá dar o diagnóstico adequado e indicar o melhor tratamento.

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